A ferida desafia nossas certezas Recently updated !
Este texto discute como revisar o raciocínio clínico quando a evolução de uma ferida contraria a hipótese inicial. Propõe registrar hipóteses com seus fundamentos e limites, definir de antemão o que será observado e investigar quatro explicações para a ausência de melhora: diagnóstico incompleto, agressão persistente, complicação e plano não executado, além da possibilidade de ferida atípica. Aborda o viés de disponibilidade, a falácia de atribuir a evolução ao último produto usado, a incerteza transformada em plano, as situações de urgência e a comunicação da revisão ao paciente e à equipe.
